Concordância 4
“Vendem-se” terrenos.
O verbo concorda com o sujeito:
“Vendem-se terrenos”;
“Alugam-se casas”;
“Fazem-se consertos”;
“Na vida, cometem-se injustiças”;
Se houver preposição depois do verbo, ele fica invariável (há sujeito indeterminado):
“Trata-se dos amigos mais leais”;
“Precisa-se de balconistas”;
“Recorre-se a todos”.
Observação:
Leia também os itens:
voz ativa e voz passiva,
sujeito paciente,
sujeito indeterminado.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
"Existem muitas expectativas"
Concordância 3
“Existem” muitas expectativas.
Existir, bastar, faltar, sobrar e restar são regulares e variam normalmente.
Ex.:
“Existem muitas expectativas”.
“Bastariam dois trabalhadores”.
“Sobravam idéias, mas faltavam recursos”.
“Restavam casos insolúveis”.
Observação:
O termo que normalmente aparece após o verbo é sujeito, não objeto direto.
Existir é verbo intransitivo.
Faltar, bastar, restar e sobrar não são verbos transitivos diretos.
O verbo faltar é verbo intransitivo quando significa:
não existir(ex.: “falta boa-vontade”);
haver carência (ex.:“falta comida, dinheiro, tudo”);
ser preciso e indispensável para completar (ex.: “faltam dois reais para mil”, “faltam três para duas dúzias”; “falta um minuto para as seis”);
restar (ex.: “falta ainda fazer uma prova”)
morrer (ex.: “meu pai faltou quando eu ainda era criança”).
Nesses casos, então, a ordem normal e direta seria:
“Comida, dinheiro, tudo falta”.
“Bons exemplos faltam”.
“Existem” muitas expectativas.
Existir, bastar, faltar, sobrar e restar são regulares e variam normalmente.
Ex.:
“Existem muitas expectativas”.
“Bastariam dois trabalhadores”.
“Sobravam idéias, mas faltavam recursos”.
“Restavam casos insolúveis”.
Observação:
O termo que normalmente aparece após o verbo é sujeito, não objeto direto.
Existir é verbo intransitivo.
Faltar, bastar, restar e sobrar não são verbos transitivos diretos.
O verbo faltar é verbo intransitivo quando significa:
não existir(ex.: “falta boa-vontade”);
haver carência (ex.:“falta comida, dinheiro, tudo”);
ser preciso e indispensável para completar (ex.: “faltam dois reais para mil”, “faltam três para duas dúzias”; “falta um minuto para as seis”);
restar (ex.: “falta ainda fazer uma prova”)
morrer (ex.: “meu pai faltou quando eu ainda era criança”).
Nesses casos, então, a ordem normal e direta seria:
“Comida, dinheiro, tudo falta”.
“Bons exemplos faltam”.
"Havia" muitos alunos
Concordância 2
“Havia” muitos alunos.
Haver, no sentido de existir, também é invariável.
Ex.: Havia muitos alunos na classe.
Houve muitos acidentes.
Pode haver novos casos de dengue.
“Havia” muitos alunos.
Haver, no sentido de existir, também é invariável.
Ex.: Havia muitos alunos na classe.
Houve muitos acidentes.
Pode haver novos casos de dengue.
"Faz" dez dias
Concordância 1
“Faz” dez dias.
Fazer, quando exprime tempo, é impessoal (não varia):
Faz dez dias.
Fez dois meses.
Fazia cinco séculos.
“Faz” dez dias.
Fazer, quando exprime tempo, é impessoal (não varia):
Faz dez dias.
Fez dois meses.
Fazia cinco séculos.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Sujeito Indeterminado
Sujeito Indeterminado:
Quando a identidade do sujeito é desconhecida realmente ou escondida propositadamente. Ignora-se não só a identidade, mas também o número de agentes. Ex.:
"Roubaram minha carteira".
"Marisa, falaram mal de você".
"Trabalha-se demais no Japão".
"Precisa-se de empregados".
"Não se é grande no mundo senão quando se é fanático por uma idéia".
Como se vê, indetermina-se o sujeito de duas maneiras:
a) colocando-se o verbo na terceira pessoal do plural;
b) colocando-se o pronome “se” junto de qualquer tipo de verbo na terceira pessoa do singular, exceto verbo transitivo direto.
Quando a identidade do sujeito é desconhecida realmente ou escondida propositadamente. Ignora-se não só a identidade, mas também o número de agentes. Ex.:
"Roubaram minha carteira".
"Marisa, falaram mal de você".
"Trabalha-se demais no Japão".
"Precisa-se de empregados".
"Não se é grande no mundo senão quando se é fanático por uma idéia".
Como se vê, indetermina-se o sujeito de duas maneiras:
a) colocando-se o verbo na terceira pessoal do plural;
b) colocando-se o pronome “se” junto de qualquer tipo de verbo na terceira pessoa do singular, exceto verbo transitivo direto.
Sujeito Paciente
Sujeito Paciente
Podemos encontrar sujeito paciente em duas estruturas distintas:
1ª) com o verbo ser + particípio (voz passiva analítica). Ex.:
- Muita gente é assaltada diariamente em São Paulo.
sujeito paciente: “Muita gente”
(voz passiva analítica)
- Os grandes peixes são pescados nos grandes rios.
sujeito paciente: “Os grandes peixes”
(voz passiva analítica)
2ª) com verbo transitivo direto + o pronome “se” (voz passiva sintética). Ex.:
Assalta-se muita gente diariamente em São Paulo.
VTD + se = Assalta-se
sujeito paciente: “muita gente”
Pescam-se grandes peixes nos grandes rios.
VTD + se = Pescam-se
sujeito paciente: “grandes peixes”.
O termo que recebe a ação verbal será sempre o sujeito paciente da estrutura verbo transitivo direto + o pronome se.
Podemos encontrar sujeito paciente em duas estruturas distintas:
1ª) com o verbo ser + particípio (voz passiva analítica). Ex.:
- Muita gente é assaltada diariamente em São Paulo.
sujeito paciente: “Muita gente”
(voz passiva analítica)
- Os grandes peixes são pescados nos grandes rios.
sujeito paciente: “Os grandes peixes”
(voz passiva analítica)
2ª) com verbo transitivo direto + o pronome “se” (voz passiva sintética). Ex.:
Assalta-se muita gente diariamente em São Paulo.
VTD + se = Assalta-se
sujeito paciente: “muita gente”
Pescam-se grandes peixes nos grandes rios.
VTD + se = Pescam-se
sujeito paciente: “grandes peixes”.
O termo que recebe a ação verbal será sempre o sujeito paciente da estrutura verbo transitivo direto + o pronome se.
Voz Ativa e Voz Passiva
Voz Ativa e Voz Passiva
Voz é a maneira como se apresenta a ação expressa pelo verbo em relação ao sujeito. Tal relação pode ser de atividade, de passividade ou de atividade e passividade ao mesmo tempo. Temos, então, três vozes verbais: voz ativa, voz passiva e voz reflexiva.
Voz ATIVA – nela, o sujeito se diz agente, porque é o praticante da ação verbal. Ex.: Penteei os cabelos.
Voz PASSIVA – nela, o sujeito se diz paciente, porque é o recebedor da ação verbal. Ex.: Os cabelos foram penteados por mim.
A voz passiva pode ser:
a) analítica: formada com os verbos ser, estar e ficar, seguidos de particípio. Ex: O cabelo foi penteado por mim.
b) sintética – formada com um verbo transitivo direto acompanhado do pronome “se”, que se diz apassivador. Ex.: Penteou-se o cabelo.
Voz REFLEXIVA – nela, o sujeito se diz agente e paciente, pois é ao mesmo tempo o praticante e o recebedor da ação verbal. Ex.: Penteei-me.
Voz é a maneira como se apresenta a ação expressa pelo verbo em relação ao sujeito. Tal relação pode ser de atividade, de passividade ou de atividade e passividade ao mesmo tempo. Temos, então, três vozes verbais: voz ativa, voz passiva e voz reflexiva.
Voz ATIVA – nela, o sujeito se diz agente, porque é o praticante da ação verbal. Ex.: Penteei os cabelos.
Voz PASSIVA – nela, o sujeito se diz paciente, porque é o recebedor da ação verbal. Ex.: Os cabelos foram penteados por mim.
A voz passiva pode ser:
a) analítica: formada com os verbos ser, estar e ficar, seguidos de particípio. Ex: O cabelo foi penteado por mim.
b) sintética – formada com um verbo transitivo direto acompanhado do pronome “se”, que se diz apassivador. Ex.: Penteou-se o cabelo.
Voz REFLEXIVA – nela, o sujeito se diz agente e paciente, pois é ao mesmo tempo o praticante e o recebedor da ação verbal. Ex.: Penteei-me.
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